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Política

05/11/2019 ás 10h24

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Nova Brasilândia / RO

Porteiro que aparece em áudio de Carlos não é o mesmo do depoimento, diz jornal
A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou nesta 2ª feira (4.nov.2019) que o porteiro que diz ter falado com “seu Jair” no dia da morte da vereadora Marielle Franco não é o mesmo que aparece em áudio divulgado por Carlos Bolsonaro
Porteiro que aparece em áudio de Carlos não é o mesmo do depoimento, diz jornal
© Sérgio Lima/Poder360 Carlos Bolsonaro divulgou áudio que atestaria uma incoerência no depoimento do porteiro à polícia

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou nesta 2ª feira (4.nov.2019) que o porteiro que diz ter falado com “seu Jair” no dia da morte da vereadora Marielle Franco não é o mesmo que aparece em áudio divulgado por Carlos Bolsonaro, filho 02 do presidente Jair Bolsonaro.


A informação é do colunista Lauro Jardim do jornal O Globo.


Segundo a notícia, o Ministério Público do Rio periciou o áudio por duas horas. Com isso, a polícia já sabe que o profissional que autorizou a entrada de Élcio Queiroz no condomínio Vivendas da Barra não é o mesmo do áudio.


O porteiro em questão ainda está de férias.


Élcio é apontado pela polícia como o motorista do carro usado para perseguir e matar Marielle e seu motorista, Anderson Gomes. No dia do crime, ele estava indo para a casa de Ronnie Lessa, que mora no mesmo condomínio de Bolsonaro e Carlos. Lessa é acusado de disparar os tiros que atingiram Marielle e Anderson.


Em nota divulgada por Jardim, o MP-RJ disse que a voz do porteiro não foi alvo de perícia e que quem atendeu o interfone autorizando a entrada de Élcio no condomínio é de Lessa.


Eis a íntegra do comunicado:


“O MPRJ informa que a perícia realizada é conclusiva ao atestar que a voz que atende na casa 65 e autoriza a entrada de Elcio de Queiroz, no dia 14/03/18, é a voz de Ronnie Lessa. Qualquer outro dado, poderá ser requisitado em uma nova perícia complementar, o que nesse momento só pode ser feita pela esfera federal, já que envolve autoridade com foro especial no STF. A voz do porteiro não foi objeto de perícia na ação penal.Vale destacar que o MPRJ seguiu rigorosamente os protocolos e comando legal, respeitando sempre a atribuição federal quando se deparou com autoridade com foro em outra esfera.”

FONTE: Poder 360

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