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Após sentir dores, homem descobre pinça esquecida dentro de seu corpo há 15 anos
Operário de 41 anos passou por radiografia após ser internado por suspeita de apendicite.
Tiger Nova Brasilândia - RO
Postada em 10/10/2017 ás 10h14
Após sentir dores, homem descobre pinça esquecida dentro de seu corpo há 15 anos

A suspeita de uma inflação no apêndice levou um morador de Juiz de Fora a descobrir que estava com uma pinça cirúrgica dentro do abdômen. O objeto teria sido esquecido há 15 anos, quando o operário de 41 anos passou por uma cirurgia na barriga. A radiografia feita há menos de uma semana no Hospital de Pronto Socorro (HPS) da cidade mostrou que o objeto, com aproximadamente 16 centímetros de comprimento, estava apontado para o coração do paciente.

Em entrevista ao MGTV nesta segunda-feira (9), Ivanildo de Oliveira contou que nunca sentiu qualquer incômodo que indicasse a existência de um objeto estranho em seu corpo. Em 2002, ele foi internado no Hospital Municipal Silveira Ramos, após ser esfaqueado durante um assalto. A unidade de saúde não existe mais e a equipe do MGTV tentou contato com a administração que estava à frente da prefeitura na época, mas não obteve retorno até esta publicação.

“Na época, passei por uma cirurgia e, como a facada não perfurou nenhum órgão, fui medicado e liberado. Nunca senti nenhuma dor, então nem imaginava que uma pinça poderia ter sido esquecida dentro de mim”, relatou Oliveira.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o operário deu entrada no Hospital de Pronto Socorro (HPS) na última quarta-feira (4) com dor abdominal. Depois de passar por avaliação, exames identificaram a pinça no abdômen. O instrumento foi retirado no mesmo dia e Oliveira recebeu alta neste domingo (8).

A Secretaria de Saúde informou que aguarda a manifestação do paciente para iniciar a apuração em torno do caso.

Já de alta do hospital, Oliveira resolveu guardar o instrumento como recordação e diz que espera que justiça seja feita.

“Justiça tem que ser feita. Eu acho que foi uma falta de amor ao próximo e poderia ser evitado. Não pelo fato do dinheiro, mas pela negligência do que fizeram, esquecer um objeto dentro do corpo de um ser humano”, afirmou.

FONTE: g1
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